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CONTRALUZ

Brincando com a Luz

"A evolução da tecnologia luminotécnica tem proporcionado múltiplas e inovadoras abordagens no desenho de sistemas de iluminação. Hoje, muito mais do que simplesmente implementar as quantidades de luz indicadas pela regulamentação para 
os planos das tarefas visuais, o conceito é criar ambiências adaptadas às necessidades do ser humano em todo o campo visual, tendo particular cuidado na distribuição de luminâncias nos planos verticais, impondo contrastes controlados, criando nuances de luz e sombra, no fundo, indo ao encontro do que a natureza nos apresenta no dia-a-dia."

Entrevista ao CPI

O Centro Português de Iluminação (CPI) é uma associação constituída em 2006 para a promoção e desenvolvimento da luminotécnia e do design da iluminação, bem como da divulgação de boas práticas do uso da luz. Alberto Van Zeller, membro da Direção do CPI, contou à revista “o electricista” os últimos avanços da associação e da luminotecnia em Portugal.

OS DEZ MANDAMENTOS DO CONTROLO DA POLUIÇÃO LUMINOSA

Por: Guilherme de Almeida
g.almeida(a)vizzavi.pt

Neste curto artigo sintetizam-se sugestões e recomendações fundamentais que, se adequadamente seguidas, poderiam mudar o problema da poluição luminosa (PL) a nível nacional.


1. Promover a sensibilidade social e cívica dos utentes da via pública face à PL, com vista ao reconhecimento da PL como um problema importante e merecedor de atenção, através de acções e programas de sensibilização das pessoas e instituições.

2. Compreensão dos três mecanismos da PL: a) emissão acima da horizontal, na horizontal ou em ângulos pouco abaixo da horizontal; b) luz encandeante, que atinge directamente os olhos das pessoas; c) luz intrusiva, que penetra indevidamente dentro das habitações.

3. Reconhecer os inconvenientes e prejuízos da PL na saúde humana, na economia (desperdício nacional de mais de 50 milhões de euros por ano), na espectacularidade do céu nocturno, no equilíbrio dos ecossistemas e da biodiversidade.

 

4. Saber identificar e localizar os maus sistemas de iluminação pública, causadores de excessiva PL e de situações que possam dar origem a PL, preferindo a luz amarela em detrimento da luz branco azulada.

 

5. Tomar medidas para prevenir a PL nas instalações particulares situadas no exterior e de uma forma geral identificar e denunciar locais de excessiva PL que resultem de maus sistemas de iluminação, de sistemas inadequadamente instalados ou de intensidades de iluminação excessivas.

6. Promover uma cultura de iluminação racional, onde se ilumina o que é preciso, quanto é preciso e quando é preciso, consciencializando as pessoas para os inconvenientes da utilização de níveis de iluminação excessivos, assim como da inutilidade de manter ligadas diversas luzes de realce arquitectónico a partir de determinada hora.

7. Desenvolver legislação sobre PL e certificação de sistemas de iluminação pública.

8. Desenvolver acções de formação profissional de sensibilização sobre o tema, envolvendo todas as pessoas que lidam, aos diversos níveis, com a iluminação pública.

9. Recorrer a manuais de boas práticas de iluminação, como o "Manual da Poluição Luminosa– Atuações para o seu controlo /redução", edição do Centro Português de Iluminação (CPI), 2014 (informação em http://www.cpi-luz.com/publicacoes-pagas ).

10. Promover mecanismos de monitorização, detecção e comunicação dos maus sistemas de iluminação pública, mediante a criação de um número telefónico nacional PL (chamada grátis) em moldes semelhantes ao 112, de modo a detectar e corrigir tão brevemente quanto possível as situações existentes, minimizando a PL.

Por decisão pessoal, o presente artigo não está escrito segundo o acordo ortográfico de 1990 (OA1990).

As Relações Terapêuticas da Iluminação: um novo paradigma para a luz

A luz tem um grande efeito sobre os seres humanos. Não só permite ver, mas também estimula e influencia os humores e a disposição na execução das tarefas quotidianas, sendo que a resposta fisiológica irá depender das suas características, tais como espectro de cores, distribuição espacial e a duração.  Há 150 anos, a maioria dos indivíduos viviam parte do dia ao ar livre. Acordavam com o sol, trabalhavam a céu aberto e deitavam quando este se punha. A harmonia com o ciclo natural de luz era inerente ao ser humano que passava 90% do seu tempo no exterior.  

Leia o artigo na íntegra

O Código de Ética como diferencial competitivo

Em parceria com a ABILUMI (Associação Brasileira de Fabricantes e/ou Importadores de Produtos de Iluminação), publicamos o artigo "O Código de Ética como diferencial competitivo", redigido por Georges Blum, que nos mostra uma visão sobre a ética com o objectivo de tornar a atividade empresarial mais competitiva.

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